O cinema na escola

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Ao mencionar cinema, se tem em mente o entretenimento e a diversão, no entanto o cinema também é uma fonte de enriquecimento cultural e serve como instrumento de formação do ser humano.
A linguagem do cinema possui a capacidade de resumir acontecimentos importantes e auxiliar no processo de aquisição do conhecimento podendo, inclusive, influenciar na percepção de determinados fatos, o modo de enxergar o mundo e de criar coisas novas.
Na educação, o cinema pode ajudar o professor no modo de organizar e mediar o conhecimento, pois um filme pode ser usado como fator motivacional no processo de aprendizagem e estimular os alunos na sua capacidade crítica e a melhorar sua percepção do mundo.
Existem diferentes práticas de trabalhar com o Cinema na Escola, como: apresentar o filme na íntegra ou aproveitar apenas trechos selecionados.
Para utilização de filmes na íntegra é necessária que: a programação seja muito bem- estruturada; deve gerar subsídios ao longo de toda a projeção; devem ser destacados durante e depois da apresentação , em relação aos conteúdos trabalhados em aula; sejam sempre vistos como pontos de apoio, argumentação e paralelos; sejam aproveitados em atividades de produção escrita (trabalhos em grupo, tarefas, avaliações).
A utilização de filmes deve ocorrer sempre como apoio às atividades previstas na grade curricular, como apoio a aulas expositivas, leituras, trabalhos em grupo. O uso mais ou menos regular relaciona-se também à disponibilidade de títulos para as diferentes áreas do conhecimento.
Ainda existe certa insegurança e também alguns vícios quanto ao uso dos filmes na escola. Tanto em um caso quanto no outro, podemos atestar que se trata de situações que ocorrem em virtude da falta de planejamento anterior de ações com filmes em sala de aula. A insegurança decorre do pouco ou nenhum uso anterior, é preciso superar esta barreira e, neste sentido, o planejamento faz toda a diferença por orientar as ações, o olhar e dar ao educador o necessário apoio ao desenvolvimento das ações. Os vícios, por sua vez, relacionam-se a hábitos como apresentar o filme apenas para ocupar o tempo da aula, utilizar filmes sem planejamento anterior e usar produções sem conhecimento prévio.
Poucos professores usam apenas trechos selecionados dos filmes. Essa prática dá um pouco mais de trabalho, pois obriga o profissional a atentar em sua visualização prévia do filme aos segmentos que são adequados ao seu projeto pedagógico em andamento. Em virtude do tempo de aula reduzido -em especial em disciplinas como História, Geografia, Sociologia, Filosofia e Artes – que tem menos aulas programadas por semana (geralmente duas, por vezes três), essa é a prática mais recomendada. O uso das duas possibilidades, com filmes na íntegra ou apenas trechos, é a melhor alternativa. Esta prática acomoda a chance de apresentação de alguma obra de grande valor selecionando todos os seus trechos e ideias e, ainda, permite que com mais frequência e regularidade, o educador utilize apenas trechos para pontuar, reforçar, facilitar a compreensão, estimular a curiosidade e o interesse e dar subsídios para seus alunos.
É preciso que a atividade escolar com o cinema vá além da experiência cotidiana, porém sem negá-la. A diferença é que a escola, tendo o professor como mediador, deve propor leituras mais ambiciosas além do puro lazer, fazendo a ponte entre razão e emoção mais direcionada, incentivando o aluno a ser um expectador mais exigente e crítico, propondo relações de conteúdo/ linguagem do filme com o conteúdo escolar. Este é o desafio.
Poucos professores dizem que não utilizam o Cinema na Escola. A maioria esmagadora de profissionais vê nesse recurso uma ferramenta bastante rica e interessante.
No Estado do Paraná o recurso Cinema está facilitado aos professores, pois em cada sala de aula há uma TV Multimídia (com entrada USB e DVD), além da disponibilidade de trechos de filmes e sugestões de cinema no Portal Educacional Dia-a-Dia Educação, disponível no link http://www.filmes.seed.pr.gov.br/.
REFERÊNCIAS:

NAPOLITANO, Marcos. Como usar Cinema na Sala de Aula. 2003. P. 13. Disponível em: http://books.google.com.br/books?lr=&q=a+importancia+do+cinema+na+educa%C3%A7%C3%A3o. Acesso em 10/10/09.
Planeta Educação. Cinema na Educação. Disponível em: http://www.planetaeducacao.com.br/novo/coluna.asp?coluna=2.Acesso em 10/10/09.
Portal Educacional Dia-a-Dia Educação. Disponível em: http://www.filmes.seed.pr.gov.br/ .Acesso em: 10/10/09

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Diferença entre Diretórios e Máquinas

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Os diretórios são listas de sites e páginas da Web organizadas manualmente por categorias e subcategorias, contendo links de interesse geralmente exibidos em ordem alfabética. Seriam semelhantes às páginas amarelas da lista telefônica. Normalmente é indicado para novos internautas pela facilidade de navegação por temáticas e não por palavras-chave. Um exemplo de diretório é o Br vitrine: http://www.brvitrine.com.br/ e o Dir Br: http://www.dirbr.com.br/

Os diretórios são mais indicados para pesquisa de caráter geral e pouco indicados para pesquisas por temas mais específicos, isso porque são organizados por pessoas que entendem do assunto. Existem também diretórios organizados por sites como é o caso de http://www.saites.info/, organizado por url.

Por outro lado, as máquinas de busca, mais usadas e populares que os diretórios, permitem a localização de páginas da Internet pelos termos ou palavras-chave solicitados pelo usuário. São indicadas para responder questões específicas de forma rápida e eficiente. Entre as maiores empresas, destacam-se Google e Altavista.

Conforme a pesquisa a ser realizada na Web recomenda-se o uso de diretórios ou máquinas de busca. Pesquisas em diretórios como http://www.gigabusca.com.br/ além da navegação por categorias, pode-se refinar a busca por sites mais populares, novos e top com indicação da data em que foi inserido no diretório, números de cliques ou acessos, pagerank e comentários. Chamou-me a atenção o fato de poder pesquisar com mais facilidade certas temáticas como blog, que em diretórios como http://www.novobr.com/ aparece relação de blogs organizados por temas. A mesma pesquisa realizada em mecanismo de busca Google, se tem relação de todos os sites em que aparece a palavra blog. A desvantagem do diretório em relação ao mecanismo de busca é que em alguns diretórios, se o site não foi cadastrado, certamente não aparecerá na relação de resultados, como foi o caso do diretório http://www.novobr.com/ em que se fez uma busca específica pelo nome de um hotel e não se obteve resultados. Já nas máquinas de busca, aparecendo pelo menos uma palavra do nome do hotel em questão, aparecerá uma listagem com várias opções de sites.

Algumas considerações quanto ao volume de dados obtidos na máquina de busca: Google: O termo pesquisado foi “tecnologia” e número de resultados obtidos foram 110 de aproximadamente 86.300.000 para tecnologia (0,29 segundos). Em diretório, o mesmo termo pesquisado “tecnologia” forneceu 701 resultados.

Já quanto à qualidade da informação obtida dependerá da intenção, pois máquinas de busca como Google tem a opção de selecionar imagens, vídeos, mapas e notícias, enquanto os diretórios não fazem tal distinção.

A atualização dos dados nas máquinas de busca é mais recente que os diretórios, uma vez que estes necessitam de indexação manual, enquanto as máquinas dependem de um software conhecido como robô. O que se pode concluir dessa análise é que embora sejam mecanismos distintos, diretórios e máquinas de busca, eles se complementam no que diz respeito ao objetivo e função.

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Revista Cult Sobre Twitter e Severinos

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Artigo da Márcia Tiburi sobre o Twitter. Ela discute questões poéticas e políticas sobre a “piada” em 140 toques.

Revista Cult  Sobre Twitter e Severinos.

Greenpeace Brasil

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O Greenpeace é uma instituição que não possui fins lucrativos e que não depende de governo, empresas ou partidos políticos, mas é financiada por colaboradores em todo o mundo.

Endereço: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/

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